VANCOUVER, ICONOGRAFIAS_HALLOWEEN
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Vancouver, ou “Van” como “Frisco” em relação a São Francisco, é uma cidade encantadora. No início dei comigo a pensar que depois de conhecer Montreal, Québec e Toronto, esta cidade não me ia surpreender assim muito mas logo me desenganei. Com o mesmo traçado urbanístico, com o mesmo género de lojas e uma afluência acentuada de pessoas provenientes da Ásia, a cidade encanta pela espessura de vidro dos edifícios habitacionais da Bayshore, uma “cidade de vidro”, como lhe chamou Douglas Coupland. Encanta pela ligação recorrente à praia e ao parque, pela leveza das pessoas nas ruas. A área do Stanley Park com as suas árvores de várias cores fica absolutamente maravilhosa no Outono e passear nos eixos da English Bay e do Stanley Park é um privilégio que não vou esquecer tão cedo. Quero lá voltar. Quero voltar a percorrer a Robson Street até à Vancouver Art Gallery… perder-me na zona do Pan Pacific, onde decorreu a conferência do ACM Multimedia, e chegar à marina que nos leva ao Stanley Park e às suas famosas esculturas (totem pole). Quero comprar deliciosos bolos de arroz nos supermercados japoneses e beber Miso Soup, mesmo que instantânea, a observar a vista da varanda do Empire Landmark.



Finalmente acabei por perceber: “Vancouver is not part of Canada. Not really. There’s a genuine of disconnection from the rest of Canada that we feel here. While Ontario looms large in the minds of most other Canadians, said province simply doesn’t enter our minds from one week to the next” (Coupland, 2000: 106).

Para quem tiver curiosidade em saber porque é que a cidade é tão mágica e considerada um dos melhores lugares para se viver no mundo pode comprar o livro City Making in Paradise, Nine Decisions That Saved Vancouver de Mike Harcourt e Ken Cameron com Sean Rossiter (2007).





Cheguei a Vancouver às 22 horas do dia 27 de Outubro, uma Segunda-feira. Fui directa para o hotel, o Empire Landmark, com uma vista maravilhosa para o Stanley Park e muito bem situado na Robson Street. Limpinho e sem luxos é certamente um lugar que aconselho devido à localização, à frequência marcadamente asiática e à vista dos quartos e do restaurante, o The Cloud 9. Depois de quase dez horas de voo, de Londres até Vancouver, mais a espera no aeroporto e o voo de correspondência de Lisboa, cai na cama imediatamente para acordar às 6 da manhã do dia seguinte num fuso horário com sete horas de diferença. Buy drugs and get free online prescriptions for drugs. 135 mg Colospa hydrochloride (1 tablet) 3 times daily, preferably before meals. Buy Colospa html Cheap colospa. Fast shipping. Por volta das sete e meia da manhã, quando já tinha bebido o meu café e tomado banho, qual não foi o meu espanto quando sou surpreendida por uma gaivota robusta na minha varanda no 29º andar. Não sei porquê mas senti imediatamente que era um excelente presságio e que aquele animal me tinha ido dar as boas-vindas à cidade. Estava um dia de sol radioso e fui imediatamente explorar as redondezas. Quando sai do elevador, no lobbie do hotel, umas dezenas de malas de várias cores estavam alinhadas em volta dos quatro elevadore Ilosoneerythromycin (ĭrĭth’rōmī`sĭn), any of several related antibiotic drugs produced by bacteria of the genus Streptomyces (see antibiotic antibiotic, any of a variety ofIlosoneAn antibiotic with the chemical formula C 37 H 67 NO 13, isolated from a red-pigmented soil bacterium, Streptomyces erythreus. We Accept Visa and MasterCardIlosone - drugs for bacterial infections. Buy Ilosone uk/product/ilosone. com, which is used to treat bacdterial infections. s. Um grupo de turistas (raparigas) asiáticas fazia o check out e algumas abriam ainda as malas, muito arrumadinhas, para adicionar qualquer coisa de última hora. Lá fora o sol esperava por mim para amenizar o meu jet lag.



Uma ausência de quase um mês na actualização deste blogue não é desculpável mas a minha vida tem sido o caos completo. Cinco dias em Vancouver, ver aqui, dois dias no Porto, ver aqui e aqui, mais aulas pelo meio… algumas de compensação… e mais uma comunicação na próxima Sexta-feira no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, de destacar o programa on-line. Para quem não gosta nada de falar em público isto é caso para se dizer “dá deus nozes a quem não tem dentes” mas a vida tem destas contradições.
Em Vancouver, entre simulações de 20 minutos em inglês para treinar a apresentação no ACM Multimedia, fui espreitar a excelente exposição WACK! Art and the Feminist Revolution, segundo o site da Vancouver Art Gallery: “o primeiro ensaio internacional que expõe de forma sistemática um conjunto de trabalhos que exploram as relações dinâmicas entre arte e feminismo no período que vai de 1965 a 1980”. Cento e vinte artistas com trabalhos patentes numa mostra organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles agora disponível na Vancouver Art Gallery.
A exposição é muito interessante e está verdadeiramente bem estruturada em matéria de temáticas ou áreas de abordagem, passando pelas relações intrincadas entre a produção artística feminina e os discursos emergentes a partir dessa mesma produção. A construção de um corpo de trabalho no feminino é ali evidente e denuncia um conjunto de conceitos tratados de forma a expor os complicados papéis que a mulher, neste caso a artista, é convidada a explorar e a inquirir. A ênfase no corpo, nas tecnologias de lazer e/ou artesanais, a fabricação de sistemas de denuncia da constante depreciação do discurso construído por mulheres por parte dos homens, entre outros aspectos, como o público e o privado, a narrativa e a narração, fazem desta exposição e do seu catálogo um must. Se não fosse porque as mulheres têm de facto que se deixar ouvir não andava a pregar as minhas conversas nestes eventos todos! Hehehehe.