<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/wordpress-mu-1.0" -->
<rss version="2.0" 
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>mouseland_cultura digital_jogos_cinema_música</title>
	<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt</link>
	<description>digital worlds, games, cinema, cultura digital, music</description>
	<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 19:22:00 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=wordpress-mu-1.0</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>&#8220;AN EDUCATION&#8221;_MARAVILHOSO!</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/08/an-education_maravilhoso/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/08/an-education_maravilhoso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 00:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/08/an-education_maravilhoso/</guid>
		<description><![CDATA[


An Education da dinamarquesa Lone Scherfig (2009) é imperdível, dos melhores filmes que vi do ano passado e, juntamente com The Hurt Locker (Estado de Guerra, Kathryn Bigelow, 2008), faz parte dos meus favoritos para a noite de Óscares, a qual aguardo com ansiedade. Não estou a eleger ambos os filmes apenas por serem filmados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><i><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/aneducation_1.jpg" alt="aneducation_1.jpg" height="157" /></i></p>
<p><i></i><i><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/aneducation_2.jpg" alt="aneducation_2.jpg" height="157" /></i></p>
<p><i></i><i><i><img width="449" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/aneducation.jpg" alt="aneducation.jpg" height="157" /></i></i></p>
<p><i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1174732/" title="An Education">An Education</a> </i>da dinamarquesa <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0771054/" title="Lone Scherfig">Lone Scherfig</a> (2009) é imperdível, dos melhores filmes que vi do ano passado e, juntamente com <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0887912/" title="The Hurt Locker"><i>The Hurt Locker</i></a> (Estado de Guerra, <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0000941/" title="Kathryn Bigelow">Kathryn Bigelow</a>, 2008), faz parte dos meus favoritos para a noite de Óscares, a qual aguardo com ansiedade. Não estou a eleger ambos os filmes apenas por serem filmados por mulheres mas porque para mim foram realmente dos mais impressionantes registos da criação e produção cinematográfica recente. Ainda me falta ver <i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1149362/" title="O Laço Branco">O Laço Branco</a></i> de <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0359734/" title="Michael Haneke">Michael Haneke</a> (2009) mas dos filmes que já vi estes são os eleitos.</p>
<p><i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1174732/" title="An Education">An Education</a> </i>é um registo tocante sobre a adolescência, sobre escolhas de vida e sobre o charme (discreto) da burguesia. A desesperada tentativa de ascender a uma classe privilegiada é aqui motivo para uma educação em Oxford ou, em alternativa, para um casamento conveniente. A mulher do início dos anos sessenta, sem outra escolha, senão servir o homem, com ou sem inteligência. No filme nada é óbvio e o argumento de <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0394984/" title="Nick Hornby">Nick Hornby</a> é bastante subtil recordando, sem dúvida, a adaptação ao cinema do seu romance <i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0778602/" title="About a Boy">About a Boy</a></i> (<a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0919363/" title="Chris Weitz">Chris Weitz</a>, 2002). Os actores são excelentes e o enredo reserva algumas surpresas. O fascínio por Paris, pela cultura francesa, contrasta com a vida espartana que se vive em casa da protagonista. O estudo e os cigarros, a farda e os vestidos <i>glamourosos, </i>coexistem numa narrativa que nos faz pensar como é importante poder escolher. Os livros, os óculos de massa e as borbulhas podem concorrer com o hedonismo, com as festas e o álcool, mas também podem andar de mãos dadas pois, no final, o que conta são as lições de vida. Maravilhoso.</p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/aneducation_3.jpg" alt="aneducation_3.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/aneducation_4.jpg" alt="aneducation_4.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/aneducation_5.jpg" alt="aneducation_5.jpg" height="158" />
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/08/an-education_maravilhoso/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;WHATEVER WORKS&#8221;_HILARIANTE</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/07/whatever-works_hilariante/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/07/whatever-works_hilariante/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 22:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/07/whatever-works_hilariante/</guid>
		<description><![CDATA[


Whatever Works de Woody Allen surpreendeu-me bastante depois do, quanto a mim, desapontante Vicky, Cristina, Barcelona, de há dois anos. Este novo filme do realizador americano recordou-me Match Point (2005) e achei o humor negro, misturado com uma subtil crítica social, uma lufada de ar fresco. Whatever Works é divertido e inteligente, uma história simultaneamente provável e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/whateverworks.jpg" alt="whateverworks.jpg" height="157" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/whateverworks_2.jpg" alt="whateverworks_2.jpg" height="157" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/whateverworks_4.jpg" alt="whateverworks_4.jpg" height="157" /></p>
<p></em><a target="_blank" href="http://www.sonypictures.com/classics/whateverworks/" title="Whatever Works"><em>Whatever Works</em></a> de Woody Allen surpreendeu-me bastante depois do, quanto a mim, desapontante <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0497465/" title="Vicky, Cristina, Barcelona"><em>Vicky, Cristina, Barcelona</em></a><em>, </em>de há dois anos. Este novo filme do realizador americano recordou-me <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0416320/" title="Match Point"><em>Match Point</em></a> (2005) e achei o humor negro, misturado com uma subtil crítica social, uma lufada de ar fresco.<em> </em><a target="_blank" href="http://www.sonypictures.com/classics/whateverworks/" title="Whatever Works"><em>Whatever Works</em></a> é divertido e inteligente, uma história simultaneamente provável e improvável. Uma rota de colisão entre personagens díspares: Boris Yelnikoff (Larry David), o génio da física, depressivo e com ataques de pânico; Melody (Evan Rachel Wood), a jovem do Mississípi que foge de casa dos pais para tentar a sua sorte em Nova Iorque; Marietta (Patricia Clarkson), a mãe da rapariga que sofre uma metamorfose hilariante e que se vê catapultada para a fama artística; John (Ed Begley Jr.), o pai de Melody que depois de uma aventura falhada com a melhor amiga da mulher decide “sair do armário”; Finalmente, os amigos, o bairro e os diversos momentos simples e cómicos que vão costurando uma trama onde todos andam à procura de alguma coisa, onde tudo é incerto e onde a trajectória, a acção, é o que interessa.</p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/whateverworks_3.jpg" alt="whateverworks_3.jpg" height="157" /></p>
<p><em><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/whateverworks_1.jpg" alt="whateverworks_1.jpg" height="157" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/03/whateverworks_5.jpg" alt="whateverworks_5.jpg" height="157" /></p>
<p></em>A mistura de gerações e as relações pouco prováveis tornam-se prováveis pela necessidade, pela procura e pela curiosidade. Melody seduz Boris porque essa sedução lhe permite realizar um sonho, viver em Nova Iorque, sair da província e transformar-se. Ao aceitar a bondade da miúda, o cínico homem de meia-idade, entra também em rota de colisão para uma vida diferente. Boris aceita a generosidade de Melody porque essa generosidade lhe permite mudar de vida e transformar-se. Todas as personagens deste filme acabam por sofrer uma metamorfose e todas ganham alguma coisa pelo simples facto de Melody ter pedido ajuda a Boris. Porque Melody entrou em casa do físico que perdeu o prémio Nobel os clichés misturam-se com as frases caras e com as teorias quânticas e no processo a realidade de ambos muda. Um filme simples q. b. mas muito divertido. Porque será que Woddy Allen não perdoa aos artistas? A crítica às artes contemporâneas é, mais uma vez, à semelhança de <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0497465/" title="Vicky, Cristina, Barcelona"><em>Vicky, Cristina, Barcelona</em></a><em>,</em> feroz. Ainda bem que, no entanto, voltou aos retratos da cultura anglo-saxónica. A ver.
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/03/07/whatever-works_hilariante/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>ATELIER DE ARTES DIGITAIS_FCSH_UNL_09/10_SOB O SIGNO DA CONSISTÊNCIA</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/28/atelier-de-artes-digitais_fcsh_unl_0910_sob-o-signo-da-consistencia/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/28/atelier-de-artes-digitais_fcsh_unl_0910_sob-o-signo-da-consistencia/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 21:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>divulgação</category>
	<category>arte e design</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/28/atelier-de-artes-digitais_fcsh_unl_0910_sob-o-signo-da-consistencia/</guid>
		<description><![CDATA[
Este mês ficou concluída a quarta edição do Atelier de Artes Digitais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa que estive a leccionar no primeiro semestre. Foram avaliados dezoito alunos e ainda tivemos o prazer de receber uma aluna “infiltrada”, do ano anterior, a quem não foi atribuída nota final. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/atelierartesdigitais.jpg" alt="atelierartesdigitais.jpg" height="158" /></p>
<p>Este mês ficou concluída a quarta edição do Atelier de Artes Digitais da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa que estive a leccionar no primeiro semestre. Foram avaliados dezoito alunos e ainda tivemos o prazer de receber uma aluna “infiltrada”, do ano anterior, a quem não foi atribuída nota final. Os ateliers de 2008 e 2007 estão <a target="_blank" href="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2008/03/06/atelier-de-artes-digitais_fcsh_unl-0708/" title="atelier artes digitais 07/08">aqui</a> e <a target="_blank" href="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2009/03/24/atelier-de-artes-digitais_fcsh_unl-0809/" title="atelier de artes digitais 08/09">aqui</a> descritos. Este ano recebemos a visita de António Saraiva, aka Dr Bakali, que expôs algumas das suas ideias sobre artes digitais, viu e comentou os trabalhos em desenvolvimento dos alunos. A impressão global em relação aos projectos apresentados nesta visita foi, segundo afirmou, muito positiva. No total foram concebidas e produzidas quatro obras distintas que passo de seguida a apresentar.</p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/remakeit_2.jpg" alt="remakeit_2.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/remakeit_1.jpg" alt="remakeit_1.jpg" height="159" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/remakeit.jpg" alt="remakeit.jpg" height="157" /></p>
<p>O projecto <i>[Re] make it</i> propõe “a transformação de conteúdos digitais inócuos ou excedentários como forma de produzir trabalhos artísticos”. Neste sentido, “a facilidade de manuseamento das ferramentas no contexto digital, devido à redefinição dos conceitos de “tempo” e “espaço”, promove a criação, difusão e circulação de conteúdos diversos, nomeadamente através de redes de contactos de <i>e-mails</i>, alimentando uma partilha, muitas vezes, pouco ponderada e acrítica em relação ao valor real desses mesmos conteúdos. Ou então, de modo propositado, com intenções desconhecidas. Desta forma, todos os dias, a cada hora e a cada minuto, caixas de correio electrónico por todo o mundo são inundadas com <i>spam </i>e <i>Fwr</i>. As nossas caixas. Tal, nem sequer é comparável à publicidade massiva de empresas que surge em nossas casas; pensemos antes no caos que seria termos centenas de papéis e afins colocados na nossa caixa de correio! Este ponto de reflexão é essencial para o nosso trabalho: se cuidamos – reciclando, reutilizando, recuperando – do nosso lixo físico, porque não o fazemos virtualmente, possibilitando ainda que os utilizadores desenvolvam acções criativas? Desta forma, é igualmente importante adequar os conselhos reguladores já existentes no mundo real à <i>praxis </i>do comum dos utilizadores, reforçando questões como a responsabilidade social entre as comunidades virtuais. A designação e identidade encontradas para o projecto encerra em si mesma a necessidade de refazer e criar esses conteúdos, para o bem comum: [re]make it.” (texto do dossier de projecto dos alunos). A intenção é construir uma ferramenta de software que seja capaz de facultar aos participantes um espaço de experimentação artística e assim contribuir para uma reflexão sobre o problema do “lixo” virtual que, à semelhança do real, requer que tenhamos práticas mais sustentáveis. Um projecto que incorpora bastante bem uma reflexão sobre a reutilização do material digital e que vem certamente no seguimento de uma linha de trabalhos na área da reutilização de imagens, textos, sons e vídeos, provenientes das redes globais como bases de trabalho experimental. <i><a target="_blank" href="http://www.potatoland.org/" title="Potatoland">Potatoland</a></i>, <i><a target="_blank" href="http://www.blackle.com/" title="Google Black">Google Black</a></i>, <i><a target="_blank" href="http://www.altx.com/mappingtransitions/" title="Mapping Transitions">Mapping Transitions</a></i>, e todo um conjunto de software criado na área do mapeamento digital, foram boas inspirações. Com o slogan: “(re)make it useful &gt; (re)make it art &gt; (re)make it better” o projecto sugere: “Palavras que darão o mote diário de inspiração para a criação, que terá como maior <i>arte</i>, a questão ecológica e ambiental que envolve.” (ibid.). Uma criação conjunta de António Luís Cardoso (História de Arte / Design Gráfico), Maria João Amaro (Arte e Multimédia), David Monteiro (Ciências da Comunicação), Rui Coelho (Engenharia Electrotécnica e Computadores) e Maria Caridade (Cinema e TV).</p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/6memos.jpg" alt="6memos.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/6memos_2.jpg" alt="6memos_2.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/6memos_1.jpg" alt="6memos_1.jpg" height="158" /></p>
<p>A instalação interactiva <i><a target="_blank" href="http://www.6memos.net/" title="http://www.6memos.net/">6 Memos</a></i> pode ser <a target="_blank" href="http://www.6memos.net/" title="http://www.6memos.net/">aqui</a> consultada nas suas diversas vertentes (conceito, simulação e vídeos) e é uma enigmática estrutura em seis momentos que parte da obra de Ítalo Calvino, <i>Seis Proposta para o Próximo Milénio</i>. Já na quarta edição deste atelier (seminário de mestrado) posso dizer que é até hoje a peça que faz melhor eco do próprio seminário pois a obra de Calvino organiza os vários exercícios a efectuar durante o semestre. Através deste espaço interactivo chama-se a atenção para a forma como os conceitos do autor podem servir de inspiração criativa na era digital. Estou absolutamente convicta que é uma obra que ilustra muito bem os desafios da cultura neste milénio e que incorpora as intricadas relações existentes entre <i>media</i> analógicos e digitais. O projecto <a target="_blank" href="http://www.6memos.net/" title="http://www.6memos.net/"><em>6 Memos</em></a> é enigmátivo e esperem até experimentar a instalação pois o protótipo em flash já é algo aditivo. Os vídeos, o som, a interacção e a construção do conceito global, o qual é bastante inclusivo, ao ponto de se perceber que podemos estar simultaneamente perante uma obra para museu ou galeria ou para publicidade em espaços públicos. Tudo isto culmina numa instalação que está estruturada da seguinte forma: “numa sala hexagonal escurecida, o participante encontra um feixe luminoso vertical que corresponde a um sensor de movimento. Ao interferir com esse dispositivo, toma o primeiro contacto com todas as componentes de que dispõe para constituir a sua experiência. Activa então, em simultâneo, um ambiente sonoro total e descobre que em torno de todo o perímetro da sala estão distribuídos por cada parede um conjunto de três ecrãs plasma. Em cada parede decorre uma projecção de vídeo ladeada por dois ecrãs que apresentam componentes textuais estáticas.” (texto presente no site do projecto <a target="_blank" href="http://www.6memos.net/" title="http://www.6memos.net/">aqui</a>). Uma criação e produção da equipa constituída por Catarina Conceição (História de Arte), Laura Cortes (Design de Comunicação), Tiago Reis (Engenharia Mecânica), Hugo Castanho (Ciências da Comunicação) e Sandra Veiga (Som e Imagem).</p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/ressonanciasurbanas_2.jpg" alt="ressonanciasurbanas_2.jpg" height="156" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/ressonanciasurbanas.jpg" alt="ressonanciasurbanas.jpg" height="157" /><br />
<img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/ressonanciasurbanas_1.jpg" alt="ressonanciasurbanas_1.jpg" height="159" /></p>
<p><i><a target="_blank" href="http://ressonanciasurbanas.blogspot.com/" title="ressonanciasurbanas">Ressonâncias Urbanas, Narrativas Interactivas</a></i> propõe um espaço performativo que consiste numa viagem sonora por um bairro sobejamente conhecido lisboeta, a saber, a Bica. No blogue do projecto podemos ler: “Conhece Lisboa como a palma da mão? Sim? E se não estiver a ver nada? Vai saber onde está? Imagine que entra numa sala às escuras e lhe dizem que o que está a ouvir são os sons da Bica… vai saber em que sítio da rua está, em que loja? Não? Só lá vai à noite e a única coisa que ouve é o <em>glugluglu</em> dos copos e afins? Aqui o que se ouve são os sons de quem habita a Bica todos os dias e todos querem falar consigo&#8230; Responda-lhes, caminhe ao sabor dos sons e desfrute da brincadeira que construímos para si. Não só se vai divertir como vai ver que fica com vontade de “voltar” à Bica e entrar em sítios que antes não sabia que estavam lá.” (ler mais <a target="_blank" href="http://ressonanciasurbanas.blogspot.com/" title="ressonanciasurbanas">aqui</a>). Esta instalação/jogo tem um argumento complexo onde deparamos com personagens com as quais interagimos através de gestos. As interacções processam-se com a palma da mão e o “sim” e o “não” que temos que aprender a manipular revelam um livro de regras divertido e que apela a uma viagem sensorial onde o som dirige o percurso a efectuar. Neste contexto, “O projecto “<a target="_blank" href="http://ressonanciasurbanas.blogspot.com/" title="ressonanciasurbanas">Ressonâncias Urbanas</a>” aposta na criação de narrativas sonoras interactivas, apresentadas sobre a forma de instalação, na qual o utilizador é um participante activo através dos seus movimentos. Assim, apresentamos um jogo, baseado em sons originários numa zona da cidade de Lisboa, mais precisamente em alguns espaços da Bica, criando um retrato sonoro, capaz de interagir com o utilizador.” (saber mais <a target="_blank" href="http://ressonanciasurbanas.blogspot.com/2010/01/teste-2.html" title="http://www.6memos.net/">aqui</a>) Este projecto tem criação e produção de Matilde Parreira (Ciências da Comunicação), Nuno Monteiro (Som e Imagem), Fernando Silva (Com. Social, Publicidade e Propaganda), Cristina Benedita (Dança) e Rita Barracha (Arte e Multimédia). Espera-se, com ansiedade, para ver a proposta a funcionar um dia deste algures em Lisboa.</p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/1170165_graca_1.jpg" alt="1170165_graca_1.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/1170165_graca.jpg" alt="1170165_graca.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/1170165_graca_2.jpg" alt="1170165_graca_2.jpg" height="158" /></p>
<p>Finalmente, o projecto <i><a target="_blank" href="http://lx165.wordpress.com/" title="1170-165 Largo da Graça, Lx">1170-165 Largo da Graça, Lx</a></i>, já <a target="_blank" href="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/25/1170-165-largo-da-graca-lx_pedem-se-contribuicoes-para-este-projecto/" title="blogue 1170-165">aqui</a> apresentado, sugere uma deriva que apela às experiências situacionistas da psicogeografica e às deambulações urbanas presentes, por exemplo, em festivais recentes como o <em><a target="_blank" href="http://confluxfestival.org/2009/" title="confluxfestival">Conflux</a></em> de Nova Iorque. A ideia é recolher informações e contribuições na tentativa de criar um espaço de diálogo simultaneamente on-line e off-line que represente um pouco a atmosfera do bairro e dos seus habitantes. Este espaço, “pretende reunir memórias, experiências, vivências, opiniões e modos de apropriação do Largo da Graça, em Lisboa, de forma a criar uma comunidade virtual que reúna habitantes, visitantes ocasionais e regulares, etc.”. A equipa do projecto teve a preocupação de estender o conceito a diferentes plataformas, a saber, 3D no <em>Google Earth</em>, redes sociais como o <em>Facebook</em>, o <em>Flickr</em>, o <em>Youtube</em> e o <em>Twitter</em>. Com alguns vídeos já publicados on-line é possível ouvir e sentir as sensações e “texturas” do bairro. Uma criação e produção de Marta Rêgo (Audiovisual e Multimédia), Cláudia Teixeira (Fotografia), Pedro Fortunato (Cinema e TV) e António Freire (Design). </p>
<p class="MsoNormal">O atelier deste ano foi para mim muito gratificante pois senti da parte dos alunos um entusiasmo e energia que me deixou com a sensação que a experiência valeu a pena para todos. Há trabalhos que merecem ser expostos, nomeadamente as duas instalações interactivas, e outros que merecem continuidade, i. e., o exemplo da plataforma <i>software art</i> e a exploração à volta do bairro da Graça. Foi com satisfação que me fui apercebendo que há essa vontade por parte dos alunos. Assim, fico a aguardar com expectativa que possamos superar o ambiente concreto do seminário numa ou outra inauguração ou obra. Boa sorte para todos! Foi um prazer. Deixo as minhas sinceras felicitações aos alunos pelos quatro projectos criados e produzidos no âmbito deste atelier que são, quanto a mim, excelentes exemplos de dedicação, criatividade e energia e que resultaram em criações muito consistentes e ricas de diversos pontos de vista. Conseguiu-se como nunca mostrar como a interdisciplinaridade resulta em obras cada vez mais complexas e interessantes.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/28/atelier-de-artes-digitais_fcsh_unl_0910_sob-o-signo-da-consistencia/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>MWSG_UMA FANTOCHADA ENGRAÇADITA</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/mwsg_uma-fantochada-engracadita/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/mwsg_uma-fantochada-engracadita/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 19:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/mwsg_uma-fantochada-engracadita/</guid>
		<description><![CDATA[


Foi com alguma expectativa que fui ver The Men Who Stare at Goats (Grant Heslov, 2009) no fim-de-semana passado. No início há alguns gags com piada e a narrativa surrealista parece tomar contornos interessantes. No entanto, ao fim de algum tempo o argumento começa a parecer parvinho e tonto. A metamorfose de Bob Wilton (Ewan [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/themenwho.jpg" alt="themenwho.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/themenwho_3.jpg" alt="themenwho_3.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/themenwho_1.jpg" alt="themenwho_1.jpg" height="158" /></p>
<p>Foi com alguma expectativa que fui ver <a target="_blank" href="http://www.themenwhostareatgoatsmovie.com/#home" title="The Men Who Stare at Goats"><i>The Men Who Stare at Goats</i> </a>(<a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0381416/" title="Grant Heslov">Grant Heslov</a>, 2009) no fim-de-semana passado. No início há alguns <i>gags</i> com piada e a narrativa surrealista parece tomar contornos interessantes. No entanto, ao fim de algum tempo o argumento começa a parecer parvinho e tonto. A metamorfose de Bob Wilton (Ewan McGregor), de jornalista pacato a enviado especial à procura de uma notícia que lhe traga fama e sucesso, leva-nos até ao cenário da guerra do Iraque, às práticas <i>new age</i> no interior de um exército (<i>New Earth Army</i>) de guerreiros <i>Jedis</i>, liderado por Bill Django (Jeff Bridges num papel algo hilariante que lhe assenta bastante bem). Desta forma vamos acompanhando, pela estrada fora, todo um conjunto de estratagemas e peripécias que nos vão contando as várias experiências efectuadas por alguns elementos do exército da &#8220;Nova Terra&#8221; na tentativa de evitar usar armas de fogo num eventual conflito. O treino florido e os jogos bélicos mentais sucedem-se mas nem sempre com a mesma eficácia em matéria de comicidade.</p>
<p>A história é simples: Bob conhece Lyn Cassady (George Clooney) na fronteira com o Kuwait e ambos se aliam no sentido de fazer valer as suas teorias pacifistas que tiram partido de poderes paranormais onde podem atravessar paredes, aniquilar cabras ou ratos, encontrar pessoas desaparecidas, entre outras possibilidades. Em viagem pelo deserto, Lyn vai contando, em analepse, a Bob a evolução catastrófica do exército “mentalista” e alerta-o para a inveja maléfica de Larry Hooper (Kevin Spacey), um colega de Lyn e discípulo de Bill. Com tantos actores conhecidos e uma boa história seria de esperar mais. Nem a festa LSD, que culmina com a libertação das cabras, consegue salvar o filme.</p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/themenwho_2.jpg" alt="themenwho_2.jpg" height="157" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/themenwho_4.jpg" alt="themenwho_4.jpg" height="157" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/themenwho_5.jpg" alt="themenwho_5.jpg" height="157" />
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/mwsg_uma-fantochada-engracadita/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;UM HOMEM SINGULAR&#8221;_PORQUE O AMOR NÃO ESTÁ NA MODA?</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/um-homem-singular_porque-o-amor-nao-esta-na-moda/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/um-homem-singular_porque-o-amor-nao-esta-na-moda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>enigmas</category>
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/um-homem-singular_porque-o-amor-nao-esta-na-moda/</guid>
		<description><![CDATA[


O filme A Single Man do designer de moda americano Tom Ford (2009) revelou-se, para mim, uma enorme surpresa. A crítica é bastante boa mas não estava de todo à espera que o “texto” fosse tão ambiguamente tocante. Por vezes parece pretensioso, outras vezes, mágico. Pretensioso por causa da arquitectura, das roupas, dos ambientes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/asingleman_2.jpg" alt="asingleman_2.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/asingleman_1.jpg" alt="asingleman_1.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/asingleman.jpg" alt="asingleman.jpg" height="158" /></p>
<p>O filme <i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1315981/" title="A Single Man">A Single Man</a></i> do designer de moda americano Tom Ford (2009) revelou-se, para mim, uma enorme surpresa. A crítica é bastante boa mas não estava de todo à espera que o “texto” fosse tão ambiguamente tocante. Por vezes parece pretensioso, outras vezes, mágico. Pretensioso por causa da arquitectura, das roupas, dos ambientes e dos usos da época, tudo tão certo e aprumado que contrasta com a falta que tudo isso hoje nos faz. Mágico porque essa atmosfera sugere uma experiência estética muito ambígua e rica. No final, e sempre imerso nesta dualidade, o espectador acaba angustiado. Ou antes, eu enquanto espectadora acabei angustiada. A ordem e a arrumação espartana a que o sujeito se submete, a dificuldade com as primeiras horas da manhã e os diálogos interiores do protagonista fizeram-me mergulhar nos meus próprios pensamentos sobre a vida. Neste e noutros aspectos identifiquei-me com o professor Falconer. Uma das situações mais tocantes é o jantar em casa da amiga Charlie (Juliane Moore) quando ambos dançam, meio bêbados, e depois começam a encetar discussões para provar um ao outro que estão vivos. A satisfação e certeza do professor em relação ao passado, uma carreira que o satisfez e da qual não se envergonha (a alusão a uma possível ida para a Universidade de Stanford é disso um bom exemplo), uma relação que o preenchia plenamente e, finalmente, a morte que chega para lhe roubar tudo isso. Brutalmente e sem saída. O desespero de perder tudo de uma assentada, sem dó nem piedade. </p>
<p class="MsoNormal">George Falconer ou, se quisermos, o Professor Falconer, numa excelente interpretação de Colin Firth, perde o amante de 16 anos num acidente de viação. No mesmo acidente perde ainda a vida dos dois cães do casal que vivia pacatamente numa estilizada e luxuosa casa de vidro em Los Angeles. Num ambiente que recorda imensamente a atmosfera da série de televisão <i>Mad Men</i>, <a target="_blank" href="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/22/mad-men_uma-subtil-nuvem-de-fumo/" title="Mad Men">aqui</a> referida, cuja piscadela de olho não posso deixar de salientar quando se faz uma alusão aos publicitários de Madison Avenue. A série e o filme passam-se ambos no início dos anos sessenta e o ambiente nostálgico do passado é enaltecido por bonitos fatos, casas, carros, cigarros e muito <i>glamour</i>. O filme é baseado no livro do mesmo nome de Christopher Isherwood. A não perder!</p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/asingleman_3.jpg" alt="asingleman_3.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/asingleman_5.jpg" alt="asingleman_5.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/02/asingleman_4.jpg" alt="asingleman_4.jpg" height="158" />
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/02/25/um-homem-singular_porque-o-amor-nao-esta-na-moda/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>ROGER FEDERER GANHOU!</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/roger-federer-ganhou/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/roger-federer-ganhou/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 22:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>divulgação</category>
	<category>enigmas</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/roger-federer-ganhou/</guid>
		<description><![CDATA[

Levantei-me dois dias às 8h30 da manhã para ver a semi-final e a final do Australian Open, ou seja, para ver Roger Federer ganhar com estilo, delicadeza e muito profissionalismo mais um Grand Slam. No estádio cabriolet, pude ver Roger, “o mecanismo de alta precisão suíça”, como os comentadores lhe chamaram, ganhar, na sexta-feira passada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/federer_melbourne_10.jpg" alt="federer_melbourne_10.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/federer_melbourne_10_1.jpg" alt="federer_melbourne_10_1.jpg" height="158" /></p>
<p>Levantei-me dois dias às 8h30 da manhã para ver a semi-final e a final do <i>Australian Open</i>, ou seja, para ver <a target="_blank" href="http://www.rogerfederer.com/en/index.cfm" title="Roger Federer">Roger Federer</a> ganhar com estilo, delicadeza e muito profissionalismo mais um <i>Grand Slam</i>. No estádio <i>cabriolet</i>, pude ver Roger, “o mecanismo de alta precisão suíça”, como os comentadores lhe chamaram, ganhar, na sexta-feira passada, ao francês, Jo-Wilfried Tsonga e, hoje, ao escocês Andy Murray. Duas manhãs de grande ténis que ficaram ambas resolvidas em três partidas. Foi um prazer! <a target="_blank" href="http://www.rogerfederer.com/en/index.cfm" title="Roger Federer">Roger Federer</a> voltou a mostrar um desempenho excelente.
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/roger-federer-ganhou/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>&#8220;UP IN THE AIR&#8221; UMA COMÉDIA ESPECULATIVA</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/up-in-the-air-uma-comedia-especulativa/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/up-in-the-air-uma-comedia-especulativa/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 22:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/up-in-the-air-uma-comedia-especulativa/</guid>
		<description><![CDATA[


Up in the Air (2009) é uma comédia divertida que vem provar o talento de Jason Reitman para um género simultaneamente acutilante e descontraído. O seu estilo surge, nesta obra, reforçado ao debater mais um assunto polémico da actualidade. No caso concreto deste filme, aborda-se o despedimento de trabalhadores e a contratação de especialistas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/upintheair.jpg" alt="upintheair.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/upintheair_1.jpg" alt="upintheair_1.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/upintheair_4.jpg" alt="upintheair_4.jpg" height="157" /></p>
<p></em><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1193138/" title="Up in the Air"><em>Up in the Air</em></a> (2009) é uma comédia divertida que vem provar o talento de <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0718646/" title="Jason Reitman">Jason Reitman</a> para um género simultaneamente acutilante e descontraído. O seu estilo surge, nesta obra, reforçado ao debater mais um assunto polémico da actualidade. No caso concreto deste filme, aborda-se o despedimento de trabalhadores e a contratação de especialistas que trazem as más notícias àqueles que vêem de um dia para o outro o seu emprego em causa. Já em<em> Juno</em> (<a target="_blank" href="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2008/04/04/juno_uma-miuda-as-direitas-com-nome-de-deusa/" title="juno">aqui</a> referido) a questão tratada era o problema da gravidez na adolescência e, em <em>Obrigado por Fumar</em> (também <a target="_blank" href="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2006/08/25/interlude-ou-a-materia-dos-sonhos/" title="obrigado por fumar">aqui</a> referido), o confronto proposto remetia-nos para a paranóia em relação ao tabaco. <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt1193138/" title="Up in the Air"><em>Up in the Air</em></a><em> </em>junta e mistura várias questões numa reflexão critica em relação às opções de vida mais originais. <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/character/ch0155986/" title="Ryan Bingham">Ryan Bingham</a> (<a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0000123/" title="George Clooney">George Clooney</a>) escolheu o movimento como forma de vida e passa os seus dias em aviões a andar de um lado para o outro, parar para ele é morrer. Sem qualquer moralismo, advoga-se um estilo de vida pelo qual se optou mas fica sempre a dúvida se terá sido uma opção ou uma adaptação. Impossível discernir, tanto no filme como na vida real, o que é fruto do livre arbítrio ou de adaptações autopoiéticas. A verdade é que o protagonista do filme parece satisfeito com a sua escolha e é apenas quando corre o risco de perder o seu estilo de vida que vacila em relação a todas as outras opções, i. e., prender-se, atracar-se, fechar-se, ficar amarrado a uma relação. Neste aspecto, o final desta obra é surpreendente mas também algo inconsistente mas não quero revelar pormenores.</p>
<p>Os momentos mais hilariantes deste filme são frescos e bastante divertidos, a conversa sobre o que as mulheres querem em diferentes alturas da vida, entre os três protagonistas do filme, é deliciosa. Apreciei bastante o conflito de gerações, as convicções de uma “miúda” de vinte e poucos anos confrontadas com o cinismo de um homem e de uma mulher já nos seus quarentas. A possibilidade de não se desejar seguir um caminho igual aos mais comuns e, acima de tudo, a ideia de que o respeito se vai perdendo na impessoalidade das relações mediadas por máquinas, sejam mensagens sms, vídeo-conferências ou e-mails. Uma comédia especulativa sobre as relações humanas numa época complexa.</p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/upintheair_2.jpg" alt="upintheair_2.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/upintheair_3.jpg" alt="upintheair_3.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/upintheair_5.jpg" alt="upintheair_5.jpg" height="158" /> 
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/up-in-the-air-uma-comedia-especulativa/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>UMA HISTÓRIA DE AMOR ROMÂNTICO FEITA DE LETRAS E BORDADOS</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/uma-historia-de-amor-romantico-feita-de-letras-e-bordados/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/uma-historia-de-amor-romantico-feita-de-letras-e-bordados/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 18:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/uma-historia-de-amor-romantico-feita-de-letras-e-bordados/</guid>
		<description><![CDATA[


O último filme de Jane Campion, Bright Star (2009), sobre três anos da vida do poeta John Keats, é algo desapontante embora se veja bastante bem. Fora o guarda-roupa que é soberbo, ou não fosse o próprio filme uma ode às rendas e aos bordados e ao papel que estes tinham na educação estética feminina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/brightstar.jpg" alt="brightstar.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/brightstar_2.jpg" alt="brightstar_2.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/brightstar_4.jpg" alt="brightstar_4.jpg" height="158" /></p>
<p>O último filme de Jane Campion, <i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0810784/" title="Bright Star">Bright Star</a></i> (2009), sobre três anos da vida do poeta John Keats, é algo desapontante embora se veja bastante bem. Fora o guarda-roupa que é soberbo, ou não fosse o próprio filme uma ode às rendas e aos bordados e ao papel que estes tinham na educação estética feminina da época, o desenrolar da história de amor entre Keats e Fanny Brawne (<a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0180411/" title="Abbie Cornish">Abbie Cornish</a>) é de um romantismo que roça a lamechice. Jane Campion sublinha, como sempre, a dificuldade da mulher afirmar o seu interesse estético, sempre depreciado e ridicularizado pelo universo masculino. Os bordados e a moda surgem como actividades fúteis e só o exercício de interpretação poética pode levar Fanny a conquistar e desafiar os senhores que a rodeiam, neste caso, Keats e Brown, que passam o dia à procura de inspiração. A forma como se acentua a importância de Fanny na obra de Keats é talvez o lado mais interessante deste filme pois sugere uma reflexão sobre a forma como os homens sempre minimizaram aspectos do universo feminino que não compreendem. O talento de Fanny desafia Brown e depois Keats.</p>
<p>Há, na obra de Campion, situações deliciosas, nomeadamente o passeio em que os dois amantes se divertem a fazer mímica para ocultar, à irmã mais nova de Fanny, os beijos e as carícias que trocam. Há momentos de uma doçura assinalável que a própria caracterização, que acentua, sem dúvida, a contemporaneidade dos cortes de cabelo, penteados e vestidos, realça. Os jantares familiares, as cenas de brincadeira no campo, um conjunto de encontros e desencontros fazem deste filme um documentário biográfico sobre os infortúnios de Keats: a necessidade de viver da caridade alheia, a falta de dinheiro para casar com a amada, a doença e morte do irmão e, finalmente, a sua própria doença e morte. Um enredo dramático que nos conta a história do poeta do século XIX, que morreu com apenas 25 anos de idade, de uma perspectiva intimista. A presença do benfeitor de Keats, <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/character/ch0159160/" title="Charles Armitage Brown">Charles Armitage Brown</a>, representado por <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0773973/" title="Paul Schneider">Paul Schneider</a>, é tão irritante que não dá para acreditar como é que é possível representar-se tão mal. Uma obra para ver em DVD.</p>
<p><img width="448" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/brightstar_3.jpg" alt="brightstar_3.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/brightstar_5.jpg" alt="brightstar_5.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/brightstar_6.jpg" alt="brightstar_6.jpg" height="158" />
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/uma-historia-de-amor-romantico-feita-de-letras-e-bordados/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>NUMA ESTRADA PARA LADO NENHUM&#8230;</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/numa-estrada-para-lado-nenhum/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/numa-estrada-para-lado-nenhum/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 16:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>cinema</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/numa-estrada-para-lado-nenhum/</guid>
		<description><![CDATA[


Para fechar o cinzento mês de Janeiro nada como uma pequena ronda pelas estreias cinematográficas. A semana passada fui ver o tão esperado filme The Road (John Hillcoat, 2009) e a experiência valeu a pena embora seja imprescindível ler o livro de Cormac McCarthy primeiro. O filme funciona quase como uma ilustração “viva” da narrativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/theroad_4.jpg" alt="theroad_4.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/theroad.jpg" alt="theroad.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/theroad_2.jpg" alt="theroad_2.jpg" height="158" /></p>
<p>Para fechar o cinzento mês de Janeiro nada como uma pequena ronda pelas estreias cinematográficas. A semana passada fui ver o tão esperado filme <i><a target="_blank" href="http://www.imdb.com/title/tt0898367/" title="The Road">The Road</a></i> (<a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0384825/" title="John Hillcoat">John Hillcoat</a>, 2009) e a experiência valeu a pena embora seja imprescindível ler o livro de <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0565092/" title="Cormac McCarthy">Cormac McCarthy</a> primeiro. O filme funciona quase como uma ilustração “viva” da narrativa do livro e o cenário apocalíptico completa, de forma expressiva, as sensações duras do enredo que nos atira para um dia-a-dia de sobrevivência no qual um pai tenta, por todos os meios, prolongar a vida do filho. Uma caminhada sem fim para chegar ao sul sem sequer saber o que por lá se pode encontrar. A tonalidade acastanhada e sépia da imagem cinematográfica, misturada com um grão cinzento constante, levam-nos a sentir uma angústia permanente. As cinzas sufocam o espectador e o desconforto é total. No cenário actual, que nos remete para a tragédia do Haiti, este drama ainda é mais complicado de engolir. Qualquer analepse, onde vemos a bela <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0000234/" title="Charlize Theron">Charlize Theron</a>, no papel da mãe do rapaz, feliz num ambiente confortável e “normal”, pré catástrofe, com <a target="_blank" href="http://www.imdb.com/name/nm0001557/" title="Viggo Mortensen">Viggo Mortensen</a>, pai do miúdo, nos deixa absolutamente desconfortáveis, com um nó na garganta. Aquela realidade é demasiado cruel e o espectador não pode deixar de sentir uma propensão para optar por seguir os sensatos passos da figura feminina. No final, acho que só se consegue suspirar de tristeza. O filme, tal como antes o livro, leva-nos ao inferno. Curiosa é a cena na cascata onde o rapaz não pode acompanhar a nudez do pai, talvez devido à moral vigente, o que ainda causa maior perplexidade pois são os calções (cuecas) cozidos, para não lhe caírem pelas pernas, que nos recordam que estamos no inferno. A descoberta do abrigo, o banho com shampoo e a primeira coca-cola são momentos emocionalmente difíceis. Uma semana depois de ter visto o filme ainda sinto que reviver a história do livro, através das imagens, deixa qualquer um num estado no qual temos que respirar fundo para suportar o incómodo de pensar naquela situação.</p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/theroad_1.jpg" alt="theroad_1.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/theroad_3.jpg" alt="theroad_3.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/theroad_5.jpg" alt="theroad_5.jpg" height="158" />
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/31/numa-estrada-para-lado-nenhum/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>DEZ LIVROS QUE&#8230; NÃO&#8230; MUDARAM A MINHA VIDA (ATÉ HOJE!)</title>
		<link>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/27/dez-livros-que-nao-mudaram-a-minha-vida-ate-hoje/</link>
		<comments>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/27/dez-livros-que-nao-mudaram-a-minha-vida-ate-hoje/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 00:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mouseland</dc:creator>
		
	<category>enigmas</category>
		<guid isPermaLink="false">http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/27/dez-livros-que-nao-mudaram-a-minha-vida-ate-hoje/</guid>
		<description><![CDATA[

Em resposta ao repto do blogue Machina Speculatrix de Porfírio Silva aqui ficam os dez livros que não mudaram a minha vida. É caso para se dizer “mais vale tarde que nunca” e o “prometido é devido”.
01. Pereira, Aníbal Silva (2010). Artes Digitais em Portugal, uma década. Editora Artes Numéricas, Edições da Câmara Municipal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/livros_4.jpg" alt="livros_4.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/livros_3.jpg" alt="livros_3.jpg" height="158" /></p>
<p>Em resposta ao repto do blogue <a target="_blank" href="http://maquinaespeculativa.blogspot.com/" title="Machina Speculatrix"><em>Machina Speculatrix</em></a> de Porfírio Silva aqui ficam os dez livros que não mudaram a minha vida. É caso para se dizer “mais vale tarde que nunca” e o “prometido é devido”.</p>
<p>01. Pereira, Aníbal Silva (2010). <i>Artes Digitais em Portugal, uma década</i>. Editora Artes Numéricas, Edições da Câmara Municipal de Sintra.</p>
<p>02. Jesus, Condessa Santos (2009). <i>Os Desastres da (Des)responsabilização Nacional</i>, Editora Planeamento Crítico e Reflexivo, Santa Casa de Lisboa.</p>
<p>03. Hergé, Hermenegildo da Cunha (2002). <i>Contos do Caranguejo Destemido</i>, <em>Explicação Sucinta dos Descobrimentos Portugueses Abordando a Teoria da Complexidade e do Caos,</em> Editora Crónicas da Minha Terra, Lisboa e Porto.</p>
<p>04. Do Cadaval, Justina Cristóvão (2005). <em>A Cultura do Design em Portugal.</em> Livro Comemorativo dos Trinta Anos da Revista Ambiente &amp; Design, Centro Português de Design, Lisboa.</p>
<p>05. Proença, Gabriela Marques (2004).<em> Cem Anos de Feminismo Luso,</em> Publicações Universitárias Ibéricas, Badajoz e Elvas.</p>
<p>06.<em> </em>Garrett, Garcia Matos (2006). <em>As Viagens à Volta do Meu Umbigo, Derivas a Partir de Software Inteligente Produzido no Contexto da Identidade Lusitana,</em> Editora Clássicos Recriados, Lisboa.</p>
<p>07.<em> </em>Dias, Adriana Mata (2008). <em>O País do Fantástico, dos Bibelots e dos Diminutivos,</em> recensão crítica sobre o programa “Querido Mudei a Casa” do canal de televisão Sic Mulher, publicação de tese de mestrado defendida na Universidade do Conhecimento, Editora Esperança Portugal, Lisboa &amp; Amadora.</p>
<p>08. Justino, Artur Castro (2007). <i>Engenheiros do Tempo Perdido, Desconstruir a Função Pública Nacional no Contexto das PMEs.</i> Editora Ideias e Negócios Industriais, Aveiro.</p>
<p>09. Assunção, Filomena Andrade de (2006). <i>Sinergias Nacionais, Enquadramento da Filosofia Quântica na Obra de Amadeo de Souza Cardoso e Mário de Sá Carneiro</i>, Editora Universitária, textos de Arte e Comunicação, Guimarães.</p>
<p>10. Amaral, José Frutado (2003). <i>Reflexos Combinados, Emoções e Queixumes no Âmbito das Novas Profissões Associadas às TIC</i>, Instituto de Cientologia Física, Coimbra.</p>
<p><img width="446" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/livros_5.jpg" alt="livros_5.jpg" height="158" /></p>
<p><img width="447" src="http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/files/2010/01/livros_2.jpg" alt="livros_2.jpg" height="158" />
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://mouseland.blogs.ca.ua.pt/2010/01/27/dez-livros-que-nao-mudaram-a-minha-vida-ate-hoje/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
